Sobre

Vector é uma publicação minimalista de análise vetorial de mercado. Direção, dados e decisão — sem ruído.

A ideia

Toda cobertura de mercado é, de algum modo, uma tentativa de prever direção. A maioria falha porque confunde ruído com sinal. O Vector parte de uma premissa oposta: há menos coisa importante do que parece. Se cortarmos o ruído, sobram poucos indicadores — e eles apontam para uma direção. Chamamos isso de vetor. Cada texto é uma leitura de vetor.

O nome

Vetor, em física, tem direção e sentido. É o que procuramos em cada mercado: não apenas “subiu” ou “caiu”, mas para onde aponta o conjunto de forças. A diferença entre o tamanho do movimento e a direção dele é onde mora o valor analítico.

A equipe

Somos dois. Ana Vektor cuida da análise macro e de setor; Marco Dias cuida da leitura de indicadores e B3. Não há comitê, não há terceiro revisor. Cada texto é responsabilidade de quem assina.

O método

Cada texto começa por um vetor: uma pergunta de direção. Segue com dados mínimos e suficientes. Termina com a decisão implícita — o que o vetor sugere, e onde o analista discorda. Sem previsão de número, sem recomendação de ativo. A leitura é o produto. O método está descrito em Editorial.

História

Vector começou como newsletter interna entre Ana e Marco, ambos ex-analistas de mesa, em 2024. Circulava por e-mail fechado para cerca de 200 contatos. Em 2025 abriram domínio público, mantendo frequência baixa de propósito: publicar só quando o vetor mudasse de fato. O visual minimalista não é moda — é consequência de rejeitar sidebar, banner e «leia também» que distraem da direção.

Ana usa sobrenome Vektor profissionalmente; Marco mantém nome civil no byline por preferência pessoal. Não há escritório: reuniões são remotas, arquivo vive em planilha compartilhada, gráficos são SVG estático gerado manualmente. Decisões antigas (como data no formato ISO) permanecem mesmo quando incomodam leitores acostumados com formato brasileiro — consistência importa mais que conveniência.

Contato

Para propor leitura, escreva para [email protected] ou visite Contato.

Propostas boas começam com pergunta de direção («para onde aponta X?»), não com pedido de validação de tese pronta.

Não aceitamos ghostwriting para empresa disfarçado de análise independente.